Ah o amor…
Ah o amor…
De novo este mesmo velho tema esta em meus dedos, aquele velho amor bobo e inocente de um amigo, de uma loucura, de um corpo, de um objeto ou do narcisismo. Aquele velho amor que da enjoou só de começar a pensar, aquela mesma ânsia que se tem quando se pensa em todos os tapas do passado… Isso não mais sobre a narrativa de um careca louco, mas nas palavras em terceira pessoa de uma companheira de cigarros e conversa afora.
Sabe um daqueles dias em que os ânimos não estão mais tão animadores e que tudo o que você mais deseja é ficar só em algum canto se escondendo de tudo e todos? Pois é, este foi um dia propicio para tal sentimento, mas resolvi descontar toda esta ansiedade nas unhas, pobres unhas, e no cigarro e quantos foram necessários para saciar tal desespero, no entanto, algo de bom veio. Fiquei por algumas horas entre sapeadas* conversando bastante a respeito dos nossos sentimentos, das nossas superações, dos nossos temores.
Falando da vida, entre acordos e desacordos, entre conclusões e introspecções, entre loucura e sanidade, desejos e realidade você acaba por descobrir que pessoas antes despercebidas por seus olhos famintos por afeto têm tanto ou mais assunto para conversar com você do que você imaginava. E é em uma dessas que você pode acabar se funhanhando* de vez.
Tudo que me encanta são olhos brilhantes, olhos sonhadores e sorrisos sinceros, nunca liguei se realmente alguém é bonita para as pessoas ao lado, ou aquele velho conceito estúpido sobre… ”ela é gostosa”, como venho dizendo no blog em outros posts nosso corpo um dia vai ficar velho e cheirando a naftalina, então por que se preocupar com uma beleza hoje totalmente perfeita se vai acabar virando o mesmo saco de rugas? Obviamente que não para sair com aquela vesguinha, com as pernas tortas, gordinha e com dois dentes na boca, não estamos falando do inferno, mas talvez do purgatório.
Estou meio confuso hoje, meio é pouco, não consigo colocar os pensamentos em ordem, não consigo fazer uma concordância sobre a minha loucura.
Hoje fui questionado sobre os meus sentimentos perante ao passado e eu fui franco mas parece que não deu para acreditar, onde eu disse que nada mais me resta, na verdade resta sim, resta a história que fica dentro da minha cabeça guardada em uma caixa sozinha em um canto escuro com uma etiqueta onde diz “arquivo morto”. Eu costumo dizer que posso amar de um segundo ao outro assim como posso deixar de amar, não digo que estou fazendo ou fiz isso, estou dizendo das possibilidades, afinal todos podem isso se enfiar dentro dos miolos que isso é o mais certo a se fazer, mas por fim, toda essa confusão é para chegar a um ponto de encantamento. O que te encanta?
Já ouvi dizer que a inteligência encanta.
Já vi que o dinheiro pode encantar.
Já notei, onde muitos nunca notaram que um sorriso encanta.
Que um brilho nos olhos pode ser apaixonante.
Já ouvi dizer que demonstrações públicas de afeto são encantadoras.
Já presenciei cabelos diferentes, piercings e tatuagens, um “bodytunning” completo trazendo aquela sensação de posse.
Mas acho que nada supera o encantamento da essência de uma pessoa, de quem ela realmente é, e isso agregada a um belo sorriso e a um olhar sedutor, aquela pessoa que conversa com você por horas e horas a 2, 3, 4 metros de distancia em meio a uma roda e no final da noite vocês estão sentados no sofá se perguntando de onde essa pessoa veio, quem afinal é ela e fica com aquela sensação de mistério tentando entender que desejo é aquele que esta revirando seu estomago, aquele desejo desesperador de conversar mais e mais, de conta a sua história e você se pega em meio a um transe de realidade e insanidade contando os fatos mais ocultos da sua vida para alguém que você não sabe nada.
Olho para uma revista que diz:
“- Chegue ao topo da carreira em 12 passos”
Estou me perguntando aqui, como seriam 12 passos para chegar ao topo do amor?
Flores, chocolates, carinho, filme no sofá, passeios, companheirismo, fidelidade, honestidade, respeito, equilíbrio, dedicação, felicidade…
Seriam estes os 12 passos para um amor perfeito? Ou seria apenas viver?
A questão é que não existe amor perfeito, não podemos tirar da tela o grande quadro do amor que pintamos em nossos sonhos, não podemos trazer a realidade tudo aquilo que desejamos, não adianta procurar por isso, por tanta perfeição, esse tal de amor tem que ser vivido conforme ele cresce, mesmo com os erros, com as feridas, com as inúmeras vontades de mandar tudo para o espaço, mesmo com todos os corvos do telhado esse amor tem que ser vivido e você não deve amar uma pessoa pelos momentos felizes, pelo status dela perante a sociedade ou a sua roda de amigos, não se deve amá-la pela sua história, não se deve amar por que ela sempre ali do seu lado quando você precisa, mas sim quando ela se desculpa de não poder esta com você em algum momento, quando ela se redime por ter falhado, quando ela pede perdão por ter te machucado, mas esta ali de joelhos e coração aberto, você olha dentro dos olhos dela e percebe que tudo aquilo é real, devemos amar as pessoas pelo que ela pode ser e pelo que ela não pode ser, pelo lado bom e o ruim, afinal todos tem a sua mesma dose de bondade e maldade, todas elas tem a sua dose de fatos bons e fatos ruins, mas quando os fatos ruins dela não atingem o seu lado bom, ai sim…pode se dizer que vai durar até a morte ou vai durar no pós morte.
Amam-se as memórias póstumas, mas também se ama a falta, o desejo, a saudade, se ama o que não foi vivido.
Ama-se aquele sentimento bom ao lembrar um momento quase esquecido, se ama aquela vontade desesperadora de dar um ultimo abraço, se ama toda aquela náusea e agonia de saber que estes momentos não vão voltar, mas também se ama por saber que enquanto aquilo foi real, foi vivido da melhor forma possível e que talvez não tenha sido tudo o que ambos poderiam ter dado, mas foi dado de coração.
…
Continuarei em outro momento oportuno.
Abraços,
1942
E dentre toda essa grande confusão eu me vejo no papel coadjuvante de um grande teatro, martirizando algum sentimento ainda desconhecido, complexado e/ou inusitado. Uma revolta tão poderosa de algo tão recíproco mas ao mesmo tempo tão desconfiado.
Aquele papel que diz, você é uma vítima já não cola mais, todos tem o seu lado negro para apresentar diante da platéia chamada amor. Um amor não corresponde ao bem estar, não corresponde a felicidade, carinho ou compreensão, um amor não precisa ser necessariamente correspondido, por que um amor simplesmente significa que você esta se completando. E para se completar a pessoa não precisa ser necessariamente perfeita, bela ou ser aquela pessoa desejada por tudo e todos.
Pode ser aquela amizade verdadeira, que nasceu de um problema ou outro, que nasceu de uma briga ou de um simples “oi”.
Finalmente um surto de compaixão ao próximo, aquela pessoa que te faz bem, que completa suas frases, que completa seus pensamentos. Aquela pessoa que canta a mesma música com você mas que você nem sabia que ela gostava daquela música. Simplesmente aquela pessoa que discuti com você e que depois aparece bem a sua frente para dizer que vocês andaram errados e que não é assim que tem que ser.
Aqueles melhores amigos, melhores amigas, melhores namorados, melhores ficantes, melhores pessoas para estarem ao seu lado pode ser simplesmente aquela pessoa que complete não você por inteiro como o termo completar sugere, mas que pode completar um momento ou um fato, um instante. E amar seria nada mais do que sentir falta deste complemento chamado carisma.
Sonhar com uma pessoa perfeita faz bem, o chamego mais bem ainda, afinal quem não gosta de uma “boooouuuuua xavecada”…Mas nem só de rosas são os mares, existem ainda muitas tempestades e ondas tão assustadoras que podem fazer você chorar por dias sem parar, mas no final você sabe que aquela pessoa que você escolheu para todo o seu “sempre” vai voltar pela porta antes mesmo que você possa se recompor, e então…toda aquela maresia vai se tornar novamente uma grande tempestade ou um lindo por de sol.
Perdi bastante o pensamento e não sei porque, estou com dificuldades em pensar, raciocinar, estou tendo problemas com a fala, para ser mais preciso estou gaguejando muito. Não sei ao certo de onde vem tudo isso, mas tenho uma leve impressão que seja do meu pós carnaval. Preciso restabelecer aquele ciclo de sentimentos diários que envolvem desde uma simples caminhada logo pela manhã ouvindo aquele metal progressivo até mesmo a ficar em casa a noite, ouvindo aquela musica depre.
E sabe todo aquele frio na espinha, aquele arrepio só de sentir o perfume daquela pessoa…todo aquele desejo incontrolável de fazer tudo o que for proibido, de se entregar de corpo e alma aquele momento unico e talvez tão rápido que você vai pensar, “ueh, ja acabou?”, ou então aquilo que você sabe que é tão proibido que de tão escondido que você faz acaba por se entregar nas entrelinhas, mas com certeza de toda esta grande ilegalidade do amor tem algo que ninguém pode te tirar. O simples prazer daquele momento, afinal quem sabe o que é certo e errado entre dois corpos são apenas aqueles dois corpos, entre eles são estipuladas as regras do momento, do sentimento, da reação de cada toque.
E o que seria o preconceito se não o medo do desconhecido? Ai ai ai, me da vontade de fazer só por saber que aquilo será uma grande novidade.
Sei que tudo parece muito confuso, pra mim também, não consigo entender como penso tantas coisas de tantas formas diferentes em tão pouco tempo ou ao mesmo tempo.
Acho que no fundo todo ser humano tem uma grande dose de loucura, cada qual com a sua, focalizada em um ponto. Aquela garota que morre de ciúmes da amiga, aquele garoto que morre de ciúmes do carro, aquele outro amigo que morre de ciúmes da mãe ou aquela pessoa que morre de ciúmes de si próprio. Aquele cara que morre de ciúmes dos seus objetos ou então aquele pequeno garoto apaixonado que morre de ciúmes por um amor qualquer. Tem também aquele outro garoto que viveu tanto um amor que já não sabe amar, e tem a garota, claro aquela garota que enfiou as mãos pelos pés e perdeu todo o grande castelo, viu tudo cair em areia no chão e mesmo assim diz-se bem. Tem também aquela outra pessoa, excluída do grupo, aquela que quase não é notada, quase não é percebida e que dificilmente é lembrada, mas que ela pode amar tão intensamente cada uma das pessoas de seu ciclo e por fim aquela pessoa ideal pode ser aquela que você menos da valor ou tem afeto.
Não tem como colocar razão em uma emoção, agente apenas sente, mas da para colocar emoção em uma razão. Amar é inegável, quem fala que nunca se apaixonou ou não ama a si mesmo ou não se permite amar. O amor nasce aos pares, quando ambas as pessoas envolvidas estão determinadas a ficarem juntas pelo menos até o final do seu momento ou ao final da sua história, e se por ventura esta história vier a acabar ambas sairão felizes ou não, mas tudo será uma questão de tempo até que os feridos fiquem aptos a uma nova batalha.
Então começo a pensar, o que seria o amor se não o palco de uma grande guerra sem inimigos, um tapa pode ser reconfortante assim como a verdade pode ser uma apunhalada, mas no final o que todos querem é proteger o bem amado.
Esta tudo realmente confuso agora, acho que vou tomar um banho, lustrar a carequinha querida do meu coração e dar uns “roles” por ai.
Pensar em quem realmente eu sou, em quem eu significo, para quem sou importante ou por que sou importante, acho que ando precisando de lugares novos, experiências novas, estou precisando correr riscos novos. Sentir a liberdade, e por fim se você não viver toda essa emoção e dor hoje vai ter que viver amanhã ou depois. Aproveitar o agora para conhecer seus limites e estipular suas vontades e desejos talvez seja a forma mais certa de ter uma velhice da forma como esta desenhado em seus sonhos.
Aquela casa com varanda, rosas no quintal, netos correndo para lá e para cá, você e ela sentados em suas cadeiras de balanço com os cobertores encobrindo as pernas já cansadas, o lustre da sala com uma lâmpada faltando, aquele cheiro de naftalina nas roupas, as mesmas comidas congeladas de sempre, os retratos todos empoeirados nos corredores, aquela mesma música repetida que marca um tempo ou dia no passado trazendo velhas lembranças de um momento feliz.
Na garagem um monte de caixas guardando velhas recordações da vida e então você em um dos papéis desta história vai dizer..”é eu fui feliz”.
A casa da forma pela qual você sempre sonhou foi mudando aos poucos, o estilo e o requinte foi dando lugar ao conceitual, ao padrão ou velho, afinal você envelheceu e o tempo não parou para você. Você acaba por esperar a morte bater a sua porta, mas sabe que esta ao lado da pessoa amada, da pessoa que você escolheu não para compartilhar as felicidades, mas sim para adoecer e morrer ao seu lado, sem dúvida o momento mais duro e a maior prova de amor.
Você viu guerras, mortes, tragédia, você viveu intensamente, você viveu desregrado, você viveu feliz e triste em segundos opostos, mas o que importa é que no fim você viveu da forma que você escolheu e isso o torna feliz, você tenha errado ou não.
E não resta espaço para o arrependimento, mesmo que você tenha cometido as piores atrocidades possíveis nada pode tirar o brilho do seu momento. E esse alguém que viveu todos estes momentos ao seu lado vai saber muito mais sobre você do que você mesmo.
Mesmo que tudo ainda continue muito confuso, eu estou apenas vomitando parcialmente etapas do meu pensamento de hoje, regrados com um pouco de um bom vinho que a minha mãe comprou. Eu diria que amar agente ama uma unica vez, mas que agente pode se apaixonar quantas vezes forem necessárias e de quantas formas forem possíveis. Mas sempre vai existir algo que nos levará a pensar naquela pessoa, seja uma comida, seja uma música, uma foto perdida em meio a um livro velho, uma roupa, algum objeto ordinário que em algum momento foi o responsável por algo unico e surpreendente.
Acho que esta na hora de ir-me embora.
Antes que alguém me mande internar no hospício mais próximo.
Abraços,
A fome
INTERNET MALDITA DOS INFERNOS, ACABEI DE PERDER UM POST DE 12 PAGINAS.
PQP
FASTERNET DO DEMONIOOOOO
Sentimentos póstumos
Sentimentos póstumos.
Póstumos ao amor perdido de uma história com sua pagina principal virada.
A vida é o que ela tem que ser, reação de nossas ações, comandada pelo impulso em busca da felicidade.
Quando sonhamos com algo muito distante, muito longe, rarefeito, acabamos dando passos maiores do que nossas pernas podem suportar e todo o equilíbrio se dissipa. Atos imaturos, fatos inegáveis, casos sem retorno, sem conserto.
E quando diz-se que tudo esta perdido, dramatiza-se um fim da vida, uma morte triste, silenciosa e dolorida é tudo um impulso angustiado de uma perca não suportada, mas quando você por fim vira esta pagina você percebe que ainda existe muita energia para ser queimada.
Que seu corpo aguentará ainda muitas madrugadas acordadas em meio a safadezas, que a sua boca esta louca para beijar outra como se esta fosse a primeira vez, que o teu sexo esta louco para ser gasto por horas e horas sem parar. Como se você estivesse nascendo naquele momento, mas com toda aquela experiência.
A dor vem sim, vez ou outra, estraga um possível momento feliz, uma ficada, uma noite estupenda, mas existem tantas outras para serem vividas que não tem muita importância.
Em um momento você pode trocar nomes, lembranças, nada proposital apenas um surto psicótico, uma paranóia do coração tentando falar mal alto que a mente. Em por fim você que pode suportar tudo isso e mais um pouco, seus problemas pessoais, familia, amigos, dinheiro, profissão e cada vez mais você se sente mais forte, mais e mais. Passa a se achar imortal, infalível, moral, perfeito (a). Mas no fim tem sempre aquele medo louco de recomeçar com toda a patifaria de um amor problemático, e que atire a primeira pedra quem não entra de cabeça nesse problema.
Boa noite.
Abraços,
Arritmia
Eu estou queimando
Com o fogo desta paixão.
Cada vez mais eu sinto todo este calor
Sinto meu coração em desparada
Desesperado só em apreciar seu sorriso
Minhas mãos tremem quando vejo seu número me chamando no telefone.
Por alguns segundos exito, mas logo atendo feliz
Com um sorriso na voz e um brilho no olhar.
Sinto agora todo aquele calor possuir meu corpo
Fico sem palavras de saber que você esta ali
Por alguns segundos somente minha.

Coração
—x———
Arrasto minha alma ao fogo do inferno para não demonstrar a euforia da minha felicidade.
Minhas perturbações silenciam com o seu simples apontamento
Toda aquela maré de pesadelo, não passa de um pequeno barulho que quase não se nota.
E ainda dizem que em uma tempestade qualquer porto serve, mas pensando adiante
Para qualquer dor uma simples dose exagerada de alcool resolveria essa noite.
E a próxima, e a próxima.
Uma hora o corpo se esvazia, uma hora o desespero se cala e o simples fato de você existir torna-se abstrato.
Torna-se apenas um fato, talvez inegável, mas algo que não te pertence, que não pertence a sua vida.
pés descalços
caminhando sobre o vidro quebrado
de um amor partido
de um coração desesperado
meus olhos cegos
entendem toda essa escuridão
mas a vontade ainda exita
em se libertar deste calabouço de agonias
Muitas palavras para pouco sentimento, os cacos estão no chão para serem limpos e jogados ao lixo, mas me cortar com tudo isso parece ser interessante, o amor torna-se insuportável, o coração? Que coração?
Os olhos estão cegos por que você afinal ainda esta sonhando, ou tendo pesadelos e a escuridão é apenas o cair da noite, talvez toda essa agonia seja passageira ou opcional, mas nunca saberemos.
E um verso que ouvi em uma música, não me recordo qual nem onde nem por que. Ela dizia que a cabeça esta acima do coração para que não sejamos tão frageis, mas afinal somos e nem pensamentos ou paramos para mudar isso.
Por fim quem reina nesse mundo é a fortuna, o dinheiro, poder, status. Inteligência para que? Se com dinheiro você manda outros fazerem. Segurança para que se você pode pagar alguém para levar um tiro por você, dor? Problemas? Magina, você compra um amor facinho facinho.
Isso chama-se arritmia. Você começa em um estágio e acaba em outro. Mas afinal, amar ou não amar?
Por fim um amor nada mais é do quem uma perversidade de sentimentos misturado com um pouco de insanidade em aceitar tal loucura. Nossos corações são escravos de um sentimento incontrolável, cultuado por nosso passado, aceito por nossa mente.
—x———-
E se fosse para escrever algo que fizesse sentido esse blog não chamaria Manicômico.
Abraços,