WIDE Idiomas
WIDE é uma escola de idiomas de um amigo, ela tem um sistema interessante, o aluno recebe a visita do professor na casa ou no trabalho, ou em qualquer lugar que o aluno julgue acessível para o seu ensino.
Todo o material é incluso no programa de estudo e o aluno não tem nenhuma complicação ou dificuldade em se matricular.
WIDE idiomas preza por uma qualidade de proficiência no inglês, apesar de não ser uma escola para iniciantes e ter um publico alvo profissional e para formação profissional a WIDE atende a todas as faixas etárias.
Com mais de 5 anos no mercado, atendendo a toda grande São Paulo a WIDE conquistou seu espaço.
Em breve maiores informações.
Os trabalhos acima foram desenvolvidos por mim para a escola.
Em breve postarei os links, sites, desenhos e afins feitos para a WIDE.
Aguardem…
Abraços,
Iogurt batido paulistano
Iogurt batido
As ruas de São Paulo fazem milagre para o Paulistano, por exemplo se você mora a pelo menos 30 minutos do seu trabalho e obviamente vai de carro, haja vista que o assunto são as ruas…você pode por exemplo economizar tempo para chegar ao trabalho eliminando o café da manhã. Parece loucura não é?
Negativo, façamos então assim…pega-se um copo de leite puro sem açúcar, para poupar a diabets e acrescentamos alguns morados cortados não picados, se picados faremos suco e não yougurte. Então ficamos segurando este copo durante o trajeto para o trabalho ao chegar “tchanam”… Yougurte natural e fresquinho.
E com o tempo que você economizou do café da manhã pode agora levar o carro para a mecânica verificar toda a parte do chassi, escapamento, eixos, suspensões e amortecedores.
Agora que eu
É isso ai, em breve mais receitas Paulistanas.

É isso ai, vivendo e improvisando…
Um dia de Paulista
AINDA SEM NOVAS IMAGENS
O problema de ficar tanto tempo longe de algo que outra hora você estava acostumado é que quando você reencontrar com esta situação, objeto ou pessoa você terá um grande impacto sofrido por isso.
Digo isso por experiência própria. Morei aproximadamente 4 anos em São Paulo (capital). Nasci e fui criado no sitio, mais conhecido como Angatuba no interior de São Paulo, no entanto, passei por cidades um pouco mais evoluidas como Sorocaba e só. Por incrível que isso possa parecer, mas foram estas todas as cidades que eu já morei e visitei, tendo como um extra de santos, guarujá e pouso alto em MG. Mas como o assunto não se trata de roteiro turistico, vamos ao assunto.
Quando sai de Angatuba e migrei em busca de uma vida melhor (que clichê) para SP, vulgo Sampa, eu ainda era um garoto timido, abestado e com um sotaque dolorido do interior.
Mal saberia aquele pobre garoto se portar perante uma mesa com mais do que 1 garfo e 1 faca.
Bom resumindo para não ficar extenso vamos ao que interessa.
02:30 da madrugada pego uma perua da prefeitura de Angatuba rumo a capital para fazer um check up no joelho.
05:50 após um cochilo péssimo chegamos ao hospital das clinicas em SP, como é incrivel conhecer lugares que eu jamais imaginei que existisse, sempre que passava a frente do HC eu realmente achava a arquitetura bela, mas quando conheci a parte a qual não conhecia fiquei encantado.
06:15 peguei o metro, sentido vila madalena, poderia ir de onibus mas estava com saudades do metro.
06:40 saida do metro vila madalena pelo lado par da Heitor Penteado, bom eu comecei a comprimentar todos e a olhar para todas as buzinas que tocavam, caramba tinha esquecido de como o progresso faz as pessoas ficarem ignorantes e egoistas.
Bom as 7 da manhã já havia um motoqueiro dizendo adeus a este mundo, pagou sua vida em prestações…um pedaço ali e outro lá…
Desculpem a maldade mas eu sou assim mesmo.
Bom o fato é que olhei para o céu e como era são paulo de nada adianta tentar prever o tempo de hoje pelo céu, afinal aqui o céu é sempre cinza.
Bom por volta do meio dia sai em encontro a minha amada para um almoço, e adivinha….?!
Ta nam…. chuva, claro nao pode faltar, se faltar não é sampa é outro lugar qualquer.
E como eu sou um garoto de muita sorte, meu guarda chuva estava quebrado, a chuva só aumentou e o onibus acredite-se se quiser…nada de passar.
Bom por fim, consegui embarcar neste meio de locomoção onde as pessoas sorriem, se comprimentam, conversam e são felizes respeitando sempre ao proximo e desembarquei na parada Anhangabau, bom pelo nome você deve imaginar uma tribo indigena, confesso que ao meu ver esta quase…MASSSS…em menos de 50 metros eu ganhei aproximadamente 15 folhetos politicos, contei 3 pessoas com placas de compra-se ouro, encontrei 4 moradores de rua, 2 bebados, 1 exorcismo e por incrivel que pareça, nunca havia notado antes….16 guardas municipais…
Se bem que não é de se esperar o contrario, afinal a 200 metros dali encontra-se a prefeitura de Sampa…
Enfim a chuva parou, eram quase 1 da tarde…após um almoço agradavel no Subway, lembra daquela velha materia sobre fast foods? Pois bem, saudades do bom e velho subway, como ia dizendo, deixei minha amada novamente em seu trabalho e fui fazer um favorzinho, fui bancar o office boy por 30 minutos…
Retornando e tendo que espera até as 16 horas, afinal já que estou aqui porque não esperar a amada e voltar junto do trabalho?!…bom eis que me encontro em uma lan house com Linux, uma internet um tanto quanto lenta e algum maluco com um megafone lá fora berrando algo ainda não audivel.
Enfim, resolvi fazer a contagem de barbaridades do dia de hoje, mas vou espera até chegar em Angatuba amanhã para resolver isso, afinal de agora em diante ainda tem muito tempo para as barbaridades.
Lembrando que um dia de Paulista não é dia de Paulista sem:
- Transito lento ou parado
- Mortes e acidentes de transito
- Muita gente feia e muita gente bonita
- Onibus lotado
- Chuva
- Mistura cultural
- e muito mais…quando lembrar catalogarei, mas como esta em minha hora de retornar, despeço-me de todos os meus queridos e digo que retornarei amanhã com a conclusão de “Um dia de Paulista”…
Aguardem…
Puta falta de sacanagem!!!
SPFC
| Os pássaros chamados “quero-quero” há anos fizeram e continuam fazendo ninhos no gramado do Morumbi, estádio do São Paulo. Todos nós já assistimos “quero-queros” sobrevoando jogadores em partidas de futebol.
No Morumbi é muito comum assistir tal fato, que acaba atrapalhando jogadas. A administração do estádio tomou, então, a seguinte providência ecológica: O pica-pau, por ser um predador natural do quero-quero, foi trazido para o Morumbi para solucionar o problema. Soltaram uma dezena de pica-paus no gramado com o intuito de espantar os quero-queros que ali tinham feito seus ninhos. Muito bem! Surpresa!… Algum tempo depois notaram que, ao invés de espantarem os quero-queros, os pica-paus estavam acasalando com eles. Como resultado desse cruzamento inusitado, nasceram dezenas de filhotes de “pica-quero”, “quero-pau”, ou “quero-pica”. A pergunta é: por que será que essas coisas só acontecem no Morumbi ? E-mail recebido, e-mail repassado. Abraços, |




