Arte feminina
Arte feminina
A arte feminina…como não deslumbrar de algo tão perfeito, de algo ao mesmo tempo que tão forte demonstra tanta fragilidade.
Como não admirar tantas curvas e inclinações, tanta força, determinação, como não deixar seduzir com tanto poder e tanto amor.
Como não respeitar algo tão belo quanto o cristal e tão forte quanto ao mármore. Como não se submeter a loucuras de amor por um simples beijo.
Como não se deixar levar pelas ondas de um amor, mesmo que passageiro, mas que valha cada segundo.
Como não embalar noites e mais noites sem dormir pelo simples fato de uma companhia agradável.

A mais bela de todas as esculturas
Como não elogiar esta perfeição chamada Mulher.
De muitas fases, de muitos tamanhos, de proporções totalmente opostas, de tanta variedade, mas como não amar o ser mais amável e mais forte que vive entre nós.
Como não respeitar uma mãe que cuida do seu filho, casa, de si e ainda tem tempo de cuidar do maridão que fica sentado no sofá. Sem falar nas que ainda tem tempo para um segundo emprego.
Como não elogiar cada curva, a textura de sua pele.
Como não ficar babando ao ver aquele corpo nu, com meia luz onde suas curvas te levam ao mistério e você se acha um desbravador, mas quando vai descobrindo cada pedaço deste paraíso, você se encontra dominado, abatido, sem forças para resistir.
Como não pensar em casar, ter filhos, comprar um cachorro, um carro, viajar, sair, passar as férias acordados assistindo filmes, como não se lembrar dela a cada minuto distante? E como não viver por ela a cada minuto em que ela esteja ao seu lado?
Como o homem pode ser tolo o suficiente para deixar isso escapar entre seus dedos.
De ter tanto poder e deixar todo ele se consumir em vão. Tolo é o homem que não ama e que não se deslumbra ou que não admira uma mulher.
Tolo é o homem.

Uiii
Por: Renato Russano.
Abs,
PAIN OF SALVATION (banda da semana)
Toda semana ou sempre que possível vou postar sobre uma banda.
Mostrar fatos legais, história, discografia, imagens, alguns clipes, falar em um aspecto de fã.
Tentar colocar um pouco de qualidade por ai e nada de Download, se você acha que vai conseguir Download aqui tira o cavalinho da chuva, deixa isso para as comunidades do orkut, sites de torrents e pirateiros de plantão.
Não nego que 95% da minha discografia seja baixada, mas também não nego que é ridiculo você pagar R$ 150,00 em um album do Pink Floyd aqui no Brasil e comprar ele por U$20,00 nos EUA.
Quem sabe quando o Brasil parar de ser ladrão e corrupto algumas coisas deixem de existir aqui.
Para começar a banda da semana, vou falar hoje de uma banda a qual comentei a poucos…PAIN OF SALVATION.
Vamos ao testemunho de um fã. Contar uma história para dar ibope.
Sempre fui o garoto problemático, feio e com anti social, me afogava na cerveja, nos meus pensamentos e no som depressivo.
Pink Floyd foi a porta de entrada, vou falar deste um outro momento, mas depois de um pouco de metal misturado com o Pink Floyd tomei por conhecimento apresentado por um amigo uma bandinha chamada PAIN OF SALVATION.
Praticamente um amor a primeira vista, confesso que ouvindo o primeiro album que ganhei do PAIN OF SALVATION eu não fiquei fã, algumas musica simplesmente me deixavam pirado, outras eu já perguntava o por que da sua existência.
Mais uma do Joãozinho

Professora querida do meu coração
Era o dia do exame final.
O Joãozinho ia ser examinado pela professora em prova oral, e a professora, que era nova na escola, iria ser observada pelo diretor.
Sentam-se a Professora e o Joãozinho, um de frente para o outro,e o Diretor ficou em pé, atrás do menino.
A professora pergunta:
- Joãozinho, o que D. Pedro I disse quando proclamou a independência do Brasil?
Nisso a professora derruba o lápis, e abaixa-se para pegar.
O diretor,diante daquela visão maravilhosa surgindo no decote, suspira e murmura só pra si um comentário bem masculino.
Quando a professora se levanta, pergunta:
- E, então, Joãozinho o que ele disse?
- Nossa. que peitinhos maravilhosos!
- Não é nada disso! Zero!
diz a Professora, furiosa.
O Joãozinho vira-se pro diretor:
E diz :
- Seu viado ! Se não sabe, não sopra!!!
Sabe que eu estou começando a curtir esse tal de Joãozinho.
At,
O vagalume a cobra
Outra pequena história bonita que eu costumava usar em treinamentos.
É uma história bem curta, mas que diz muito por traz do seu desfecho.
Era uma vez uma cobra de um vagalume.
A cobra sempre notava que aquele vagalume ficava voando feliz da vida em suas redondezas e o vagalume mal notava a cobra.
Até que um dia a cobra cansou de ver o vagalume feliz e começou a persegui-lo.
Cada vez mais o vagalume notava que a cobra estava atras dele e voava mais alto.
Durante muito tempo ficaram neste vai e vem.
Um dia a cobra chegava mais perto e no outro o vagalume voava mais longe.
Até que o vagalume notou que a cobra estava querendo comer ele.
E continuaram assim por um bom tempo até que um dia o vagalume cansou.
No dia seguinte quando o vagalume notou que a cobra novamente estava atras de si ele parou e falou:
“- Cobra, pera, vamos conversar.”
A cobra pensou, claro, não tenho nada a perder mesmo.
“- Diga vagalume.”
“- Todos os dias você tenta me comer, mas eu não entendo isso, eu nem faço parte da sua cadeia alimentar.”
“- Eu deixo você me comer com uma condição.”
Então a cobra aceita a condição e pergunta ao vagalume qual seria tal.
“- A condição é que antes de me comer você me conte o por que tanto me persegue.”
A cobra pensou, pensou e pensou…até que disse.
“- Você tem razão vagalume, você não faz parte da minha cadeia alimentar, mas eu não suporto ver você brilhar.”
E a moral da história é facil de ser retirada.
Estas pessoas estão 100% em nossas vidas e mesmo assim nós não cansamos.
O que importa no final de tudo é não concordar com a derrota, simplesmente por que cansou de andar.
E qual é a sua conclusão?
At,
A lagarta e a borboleta
Durante o meu tempo como Instrutor de Treinamento da LG Eletronics na Teleperformance CRM, eu pude aprender muito.
Eu diria que de toda a minha vida, o Renato era 15 e depoisd a Teleperformance o Renato passou a ser 80.
Eu adquiri um conhecimento tão absurdo que eu mesmo me surpreendo com meu conhecimento quando faço um retrospecto de minha vida.
Durante este tempo eu aprendi algumas histórias metafóricas muito interessantes. Muitos amigos dizem que eu virei um “baitola”, eu gostaria de deixar claro que sou um cara totalmente aberto a qualquer mudança que o mundo possa trazer a humanidade. Preconceito não é algo que vive em meu interior.
Mas uma grande história a qual eu tirei uma grande lição e que eu gosto sempre de contar.
A lagarta e a borboleta.
Um belo dia, um grande naturólogo observava uma bela árvore em seu quintal.
Neste momento ele vê que algo se mexe no tronco da árvore e ao chegar perto nota um pequeno casúlo que se move.
Este homem fica por horas abservando quando nota que daquele casúlo uma pequena larva que esta quase virando borbolate se move intensamente para sair do casúlo.
Mesmo sabendo ele, um homem experiente, que aquele era o processo natural de seleção ele resolve interver, pois nota que a larva esta agonizando dentro do casúlo.
Neste momento mesmo que com receio o naturólogo rompi o casúlo. A princípio ele nota uma quase borboleta, suas asas ainda estavam pequena e seu corpo ainda se parecia com uma pequena larva.
Então ele vira-se e continua seus afazeres.
No dia seguinte ele retorna ao seu quintal onde nota que a aquela larva de asas continua no mesmo local, mas agora quase a morrer.
Espantado com isto ele resolve observar melhor o que se passava por ali.
Mas após alguns segundos a larva morre. Com um pouco de tristeza ele para e pensa.
Por que isso aconteceu?
E é com esta história que dou vazão a parte metafórica.
Assim como na natureza, me nossas vidas temos que estar prontos para nossos passos.
A larva estava não lutando pela vida, mas sim se preparando para ela, seu casúlo só seria rompido quando ela tivesse força suficiente para conseguir fazer isso por si e assim sendo ela conseguiria voar e dar sequencia em sua vida.
Muitas vezes nos achamos aptos a fazer algo e com nossas vidas e acabamos dando um passo maior que nossa perna.
Normalmente isso não acarreta em uma morte, não total, mas sim parcial.
Podemos conviver com nossos erros, podemos conviver com nossos fracassos.
Mas jamais poderemos achar que todas as nossas ações certas hoje, nos farão corretos amanhã.
Esta fica para pensar.
At,