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Eu sou pornófilo????

Depois eu que sou o garoto depravado e pornográfico, o último foi de lascar e para piorar 2 pessoas pesquisaram.

Santa mãe, é melhor eu ir dormir.

Acho que vou começar a postar somente bundas e peitos incluindo logas imagens de depravação e como diz o cara ali foder sem dor…isso aqui é o manicômico porra, não a mansão da playboy!!!

Abraços,

Ah o amor…

Ah o amor…

De novo este mesmo velho tema esta em meus dedos, aquele velho amor bobo e inocente de um amigo, de uma loucura, de um corpo, de um objeto ou do narcisismo. Aquele velho amor que da enjoou só de começar a pensar, aquela mesma ânsia que se tem quando se pensa em todos os tapas do passado… Isso não mais sobre a narrativa de um careca louco, mas nas palavras em terceira pessoa de uma companheira de cigarros e conversa afora.

Sabe um daqueles dias em que os ânimos não estão mais tão animadores e que tudo o que você mais deseja é ficar só em algum canto se escondendo de tudo e todos? Pois é, este foi um dia propicio para tal sentimento, mas resolvi descontar toda esta ansiedade nas unhas, pobres unhas, e no cigarro e quantos foram necessários para saciar tal desespero, no entanto, algo de bom veio. Fiquei por algumas horas entre sapeadas* conversando bastante a respeito dos nossos sentimentos, das nossas superações, dos nossos temores.

Falando da vida, entre acordos e desacordos, entre conclusões e introspecções, entre loucura e sanidade, desejos e realidade você acaba por descobrir que pessoas antes despercebidas por seus olhos famintos por afeto têm tanto ou mais assunto para conversar com você do que você imaginava. E é em uma dessas que você pode acabar se funhanhando* de vez.

Tudo que me encanta são olhos brilhantes, olhos sonhadores e sorrisos sinceros, nunca liguei se realmente alguém é bonita para as pessoas ao lado, ou aquele velho conceito estúpido sobre… ”ela é gostosa”, como venho dizendo no blog em outros posts nosso corpo um dia vai ficar velho e cheirando a naftalina, então por que se preocupar com uma beleza hoje totalmente perfeita se vai acabar virando o mesmo saco de rugas? Obviamente que não para sair com aquela vesguinha, com as pernas tortas, gordinha e com dois dentes na boca, não estamos falando do inferno, mas talvez do purgatório.

Estou meio confuso hoje, meio é pouco, não consigo colocar os pensamentos em ordem, não consigo fazer uma concordância sobre a minha loucura.

Hoje fui questionado sobre os meus sentimentos perante ao passado e eu fui franco mas parece que não deu para acreditar, onde eu disse que nada mais me resta, na verdade resta sim, resta a história que fica dentro da minha cabeça guardada em uma caixa sozinha em um canto escuro com uma etiqueta onde diz “arquivo morto”. Eu costumo dizer que posso amar de um segundo ao outro assim como posso deixar de amar, não digo que estou fazendo ou fiz isso, estou dizendo das possibilidades, afinal todos podem isso se enfiar dentro dos miolos que isso é o mais certo a se fazer, mas por fim, toda essa confusão é para chegar a um ponto de encantamento. O que te encanta?

Já ouvi dizer que a inteligência encanta.

Já vi que o dinheiro pode encantar.

Já notei, onde muitos nunca notaram que um sorriso encanta.

Que um brilho nos olhos pode ser apaixonante.

Já ouvi dizer que demonstrações públicas de afeto são encantadoras.

Já presenciei cabelos diferentes, piercings e tatuagens, um “bodytunning” completo trazendo aquela sensação de posse.

Mas acho que nada supera o encantamento da essência de uma pessoa, de quem ela realmente é, e isso agregada a um belo sorriso e a um olhar sedutor, aquela pessoa que conversa com você por horas e horas a 2, 3, 4 metros de distancia em meio a uma roda e no final da noite vocês estão sentados no sofá se perguntando de onde essa pessoa veio, quem afinal é ela e fica com aquela sensação de mistério tentando entender que desejo é aquele que esta revirando seu estomago, aquele desejo desesperador de conversar mais e mais, de conta a sua história e você se pega em meio a um transe de realidade e insanidade contando os fatos mais ocultos da sua vida para alguém que você não sabe nada.

Olho para uma revista que diz:

“- Chegue ao topo da carreira em 12 passos”

Estou me perguntando aqui, como seriam 12 passos para chegar ao topo do amor?

Flores, chocolates, carinho, filme no sofá, passeios, companheirismo, fidelidade, honestidade, respeito, equilíbrio, dedicação, felicidade…

Seriam estes os 12 passos para um amor perfeito? Ou seria apenas viver?

A questão é que não existe amor perfeito, não podemos tirar da tela o grande quadro do amor que pintamos em nossos sonhos, não podemos trazer a realidade tudo aquilo que desejamos, não adianta procurar por isso, por tanta perfeição, esse tal de amor tem que ser vivido conforme ele cresce, mesmo com os erros, com as feridas, com as inúmeras vontades de mandar tudo para o espaço, mesmo com todos os corvos do telhado esse amor tem que ser vivido e você não deve amar uma pessoa pelos momentos felizes, pelo status dela perante a sociedade ou a sua roda de amigos, não se deve amá-la pela sua história, não se deve amar por que ela sempre ali do seu lado quando você precisa, mas sim quando ela se desculpa de não poder esta com você em algum momento, quando ela se redime por ter falhado, quando ela pede perdão por ter te machucado, mas esta ali de joelhos e coração aberto, você olha dentro dos olhos dela e percebe que tudo aquilo é real, devemos amar as pessoas pelo que ela pode ser e pelo que ela não pode ser, pelo lado bom e o ruim, afinal todos tem a sua mesma dose de bondade e maldade, todas elas tem a sua dose de fatos bons e fatos ruins, mas quando os fatos ruins dela não atingem o seu lado bom, ai sim…pode se dizer que vai durar até a morte ou vai durar no pós morte.

Amam-se as memórias póstumas, mas também se ama a falta, o desejo, a saudade, se ama o que não foi vivido.

Ama-se aquele sentimento bom ao lembrar um momento quase esquecido, se ama aquela vontade desesperadora de dar um ultimo abraço, se ama toda aquela náusea e agonia de saber que estes momentos não vão voltar, mas também se ama por saber que enquanto aquilo foi real, foi vivido da melhor forma possível e que talvez não tenha sido tudo o que ambos poderiam ter dado, mas foi dado de coração.

Continuarei em outro momento oportuno.

Abraços,

O sentimento de hoje.

Eu falo com palavras muitas vezes pesadas sobre meu sentimento, falo sobre muitas vezes a dor em especial, a dor causada por um amor, a revolta contra este sentimento, falo sobre as tristezas da vida, falo sobre as infelicidades dos obstáculos de cada desafio, falo sobre a solidão ou falta de compreensão, falo sobre amar algo abstrato, mas acredito que não tenha falado sobre um lado oculto sobre essa vida e essa fase. Não falo sobre a minha determinação para sair dela ou sobre os caminhos que eu evito escolher, talvez por que eu goste desta sensação. Talvez por que eu realmente goste de sofrer este amor.

Eu hoje vejo varias opções para superar esse amor perdido, mas eu nego cada uma delas, eu não saiu de casa nos dias que deveria sair, eu não olho para as pessoas quando deveria olhar, mas fico atentamente vidrado quando elas não vão me notar, eu não “dou em cima” quando devo dar, mas digo aos amigos que hoje é o dia de ficar. Eu não vivo o que digo viver, por que eu ainda não superei uma derrota, ainda não superei uma perda e acima de tudo ainda não superei o simples fato de ter me tornado descartável na vida de uma pessoa, e isso é um fato inegável. Afinal, se eu não tivesse me tornado descartável, eu não teria sido abdicado.

Hoje eu vejo um Renato fracassado no amor, derrotado, vencido por falta de determinação e eu o vejo por que eu o quero ver assim, por que eu entrego meus pontos todas as manhãs quando me levanto, por que no final do dia eu sei que ele terá este gosto e eu quero vive-lo inconscientemente.

Eu não falo de quantas pessoas me ajudam a sair dessa, por que elas não existem. Se citar nomes. Uma grande amiga esta distante demais para ajudar, para ser aquela companheira para todos os tapas, para dar um simples abraço que com certeza aliviaria toda esta angustia. Eu não falo das pessoas em geral em Angatuba, afinal meu novo ciclo de amigos antigos consiste em cafajestes, canalhas, sem vergonha e que gostam e assumem ser assim, e as garotas jamais eu conseguirei deixar o outro lado de lado…o lado da tentação. Não existe um apoio, uma base, uma pessoa que possa aconselhar sobre tudo isso. Ou ao menos eu não há conheço ainda.

Minha família não é uma base ideal para isso, meu pai acha que eu sinto de mais e vivo de menos, minha mãe diz que isso logo passará e estas não são palavras confortantes ou que dêem animo para tal projeto. Meu irmão é mais frio no amor do que um iceberg, e eu vejo que ele esta certo, afinal ele com seus poucos 17 esta conquistando muito mais do que eu com meus 25. Eu tento ser como ele, tento não me apegar a pessoas e sim a objetos, eu tento ser como meus amigos e me tornar um canalha, ser um xavequeiro de uma noite só, tento usar todas as minhas palavras para conquistar uma pessoa, mas eu me apego a ela pelo simples fato dela existir, mesmo que ela não seja assim tão bonita ou que ela tenha um corpo escultural, eu me apego ela pelo fato de que existe ali uma possibilidade de que ela me ajude a sair de toda esta overdose de sentimento.

Desde que tudo acabou eu tentei sair com algumas pessoas para levar a serio, mas quando chega na hora da aproximação eu volto, eu êxito, eu nego. Não comparo pessoas, acho isso cretinamente ridículo, mas eu vejo que essas pessoas que eu “tento” chegar não são para serem levadas a serio, as pessoas para se levar a serio estão em casa, assistindo novela, um filme e com seu respectivo namorado afinal Angatuba é assim.

Eu antes dizia indiretamente que estava a tomar a minha dose de veneno diário e isso significava que eu estava propositalmente me ferindo com o meu passado, olhando as fotos que estão todas no meu computador, o Orkut, abria a janela do MSN e começava a escrever e acaba por fechar a janela sem enviar o que estava escrevendo e eu fazia isso sempre, todos os dias, em todos os momentos possíveis. E eu continuo a me envenenar, eu queria ter superado isso faz tempo, mas não consigo superar todo esse sentimento é forte demais para que eu o controle, eu preciso aprender a controlá-lo.

São 23h30min de uma sexta feira, todos meus amigos estão para rua, todas as amigas também, em uma proporção de 1 para 1, existiria uma chance de que eu consiga sair com alguém hoje de 80%, mas por mais que eu saia hoje, eu não sairei, por que além de ter perdido a pratica eu tenho foco e a pessoa pela qual foquei não vai ficar comigo esta noite, nem na próxima. Como eu posso saber? Simples eu não sou ideal para ela, velho demais, homem demais, e “perdido” de menos…

Enfim, “It’s Five o clock somewere” de um sábado qualquer, e quando eu venha a postar esta matéria estarei indo dormir novamente com todo este sentimento cravado em meu peito, fone de ouvido e “Shed my skin – Altier Brigde” tocando sem parar no repeat até que a bateria do celular se esgote, afinal eu estarei indo dormir, mas não conseguirei, pois estava dormindo até agora.

Eu êxito mais uma vez em colocar uma roupa e sair, mas por fim decido que ficarei em casa e amanhã…talvez amanhã eu me arrependa.

Eu nunca consegui um emprego de segunda a sexta, desde bem pequeno trabalhava muito, foi a escolha que eu fiz, aceitar o que meus pais propuseram, e o que foi proposto era com meus 15 anos a ajudar a família a tocar uma padaria, e afinal esta padaria era como todas as outras de segunda a segunda. Comecei no caixa, saia da escola e caia para o trabalho, depois a escola acabou e então eu passei tempo integral, com o tempo comecei a assumir os turnos de folga do meu Pai na madrugada, perdi boa parte da minha adolescência por isso. Revoltei e resolvi sair e ir trabalhar por fora. Fui para o estoque de um supermercado, de segunda a domingo, com folga vezes aos sábados, vezes as quartas feiras. Bom ao menos eu tinha um salário, qual eu consumia em cerveja todos os santos dias. De lá retornei por um tempinho para a padaria quando fui parar em uma Lan House, de segunda a segunda, com folgas trocadas de 15 em 15 dias, ou seja, nos finais de semana eu trabalhava sábado e domingo full time para ter no final de semana seguinte os dois de dias de folga, isso para viajar para SP para ver a namorada. O dinheiro gastava com besteiras, pagava uma conta em casa e consumia em pizza, cerveja e cigarro. Depois em São Paulo eu trabalhei em uma obra do meu tio, essa era de segunda a sexta, mas o trabalho era braçal e revoltante por fatores que não falarei por questões familiares. De lá fui para uma Lan House no esquema de turnos trocados, sábado de manha e domingo a tarde, sábado a tarde e domingo de manha para as folgas. Daí cai direto no telemarketing, para trabalhar no SAC da LG, segunda a sábado em carteira com folgas as vezes aos sábados, isso quando eu fazia banco de horas durante a semana para tal façanha. Mas durou apenas 9 meses, pois fui promovido para Instrutor de treinamento e passei a trabalhar todos os  sábados, com folgas vez ou outra. Isso quando vazia banco de horas. Hoje estou em Angatuba, trabalhando a 2 quadras e de segunda a sexta em um trabalho moleza, mas que cansa a mente, não pelo trabalho em si, mas pela consistência e pelo fato de ser parcialmente manual, afinal inserir funcionários em um banco de dados é algo tedioso, ou passar a limpo cadernos de funcionários que fazem sua mão doer a noite, mas não entendam como uma reclamação apenas estou falando a respeito.

No escritório não existe pressão, não tenho datas apertadas, as pessoas são bacanas, dá-se muitas risadas, e trabalho das 08h00min as 17h00min com 01h30min de almoço. Ainda estou descobrindo esse mundo. Mas afinal por que falei tanto sobre isso? Por que não tenho hoje quem acompanhar meus sábados, meus domingos, meus feriados, pois todos os feriados que podem ser emendados são…

E por que quando tenho tempo, nada tenho a fazer e quando não tenho tempo tenho tanto a fazer? Ou alguém para curtir.

Enfim, mais alguns minutos passaram sobre o relógio, e eu notei que relógios com ponteiro continuo aparentam passar o tempo mais rapidamente do que os ponteiros por espaço. Hãm? Ponteiros contínuos é aquele tipo de relógio que ele não da um TIC TAC, ele simplesmente roda sem escalas, como se não parasse de se mover, já os ponteiros de espaço eles tem o TIC TAC, eles andam as casas, indo uma após a outra.

Acho que sairei, quero usar a internet e meus pais estão ocupando ela sonhando com coisas pouco prováveis de um futuro idealizado em uma mente, mas fracassado em sua execução.

Enfim, vou-me indo já.

Abraços,

A vida onde há vida…

E também a dor onde existe um saco…

De primeira no Angulo

De primeira no Angulo

Eu sei que isso é Handbol.

Me lembrei também, minha mãe sempre me disse que a educação vem de casa, e que quanto mais cedo aprendemos as coisas mais cedo ficamos bom no que fazemos…

Aprendendo na infância para praticar na adolescência...

Aprendendo na infância para praticar na adolescência...

Só para dar risada.

Abraços,

A dor do amor

A dor do amor

O que é o amor se não o nosso combustível

O que é o amor se não o nosso desejo de sermos preenchidos

O que é o amor se não um jogo de azar

O que é o amor…

E o que é o amor se não um verdadeiro jogo

Jogo de palavras

Jogo de sentimentos e emoções

O que é o amor se não um jogo de dor

E o que é a dor?

Talvez arrependimento de nossos atos

Talvez carência

O que é a dor se não o resultado da falta que alguém nos faz

E o que é a dor além do reflexo de nosso coração

Que berra para ter aquele amor todo de volta

O que é o amor além de dor reprimida

Dor silenciada

Dor calada em seus momentos de alegria

E desesperada em seus momentos de tristeza

O que é o amor além de uma maré

Um grande lago, hora cheio, hora vazio.

Em um momento esta completo, perfeito

E em outro sem vida, ameno.

E o que é o amor além do medo que temos da solidão

O medo que temos de não sermos completos

Ou o simples medo que temos da vida

Tanto este medo que precisamos de apoio para viver

Por: Renato Russano

Abraços,

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