Brasil

Frustração algo que só quem vive sabe definir:
Sensação de impotência vinculada a uma baixa estima onde o individuo em questão passa a não se achar uma pessoa adequada em meio a uma sociedade.
Mas não para por ai, existem mais tipos de frustrações.
Existem aquelas em que a pessoa relacionada a terceiras pessoas sejam estas familiares ou de um ciclo de amizades sente-se de certa forma inferiorizada e prejudicada pelas demais por algum fato que desencadeou uma sucessão de eventos catastróficos formando assim um estopim em seu ultimo centímetro e para piorar o estopim está aceso e a bomba tende a explodir sobre pessoas e ocasiões completamente adversas, fazendo que com esta ação pessoas inocentes ao assunto em questão saiam feridas.
E neste momento além do ser em questão encontrar-se em um momento delicado da vida onde qualquer fagulha faz o palheiro pegar fogo, ele passa a ser o “evento” que cria a frustração em demais pessoas.
Existe controle? Sim, com certeza, mas o fato é que a pessoa envolvida em uma situação atípica como esta tende a demorar em encontrar a realidade. Muitas vezes a pessoa fica perdida dentro do próprio tempo e da própria vida, para onde olha existem apenas muros e mais muros e nenhuma porta de saída.
São nestes momentos que muitos procuram as suas válvulas de escape. Alguns usam drogas, outros o álcool, alguns usam métodos legais ou quase legais de suprir esta ansiedade e outros usam tudo o que está relacionado acima.
Existem ainda seres humanos que simplesmente não conseguem ter uma válvula de escape, por motivos de culpa ou por motivos da vida e isso se torna novamente outro estopim, só que desta vez maior.
Existem também as pessoas que suprem estas ansiedades e frustrações apoiando-se em pessoas do seu ciclo de vida que muitas vezes gera essa abertura e proximidade, mas que talvez por ingenuidade ou simplesmente por amor ao próximo se sobrecarrega para aliviar as dores do seu ente querido.
Muitos dizem que os assim chamados amigos servem exatamente para esta função, aliviar as tensões, no entanto, acredita-se veemente que com um problema “x” você possa resolver o desespero e a tempestade do coração com um bom barzinho com amigos, com uma boa noite de romance a dois com a parceira ou parceiro, ou simplesmente assistir tela quente com seu gato persa de estimação. O que passa muitas vezes despercebido é que de alguma forma certas situações novamente atípicas na vida do cidadão tem seus muros tão altos que ele mesmo é incapaz de escalar e não há escadas amigas que possam estender um braço do outro lado.
Herrar é ignorância e persistir na vida é umano, porque burrice é você topar duas vezes o dedinho do pé na quina do móvel, agora prejudicar a si ou a terceiros é crueldade. Muitas vezes não por maldade, mas novamente porque os muros se tornaram tão altos que a pessoa não consegue diferir amigos de inimigos, todos ao redor são vermelhos e você acaba espumando pela boca e atropelando a todos como um touro selvagem, notem que até mesmo a analogia está completamente errada, mas é assim que vivemos assombrados pela ignorância do retrocesso.
Com velhos fantasmas do passado educando nosso futuro.
Feliz é o homem que em plena saúde mental consegue se preparar para a morte, porque na vida nunca se deixa de aprender e jamais deixaram de existir surpresas em um futuro não tão distante que não possa o deixar de queixo caído.
E viva a humanidade, vamos novamente no Lula, digo na Dilma, vamos novamente afirmar que não passamos de topeiras e continuarmos acreditando que a vida não passa de um jogo onde suas conseqüências podem ser retrocedidas com o “saved game” da fase anterior, neste caso da ação idiota assim sendo cometida a um segundo atrás.
Vamos dizer para as pessoas que amamos que as odiamos, vamos fazer do nosso pais aquela mesma merda que fizemos da vez passada, vamos novamente deixar de ir ao parque no final de semana com a família porque o dedinho do pé ainda dói um bocado por causa da quarta topada só neste domingo, vamos deixar de tomar um sorvete com os filhos só porque está um friozinho de 20°, vamos deixar de trabalhar por causa de uma renite ou por causa de um olho inchado, vamos deixar de dizer “te amo” todas as manhas porque cansamos de acordar de mau humor e fingir que tudo está, vamos então deixar que a sociedade marginalizada domine a policia e a nossa defesa e colocar cada vez mais grades nas casas, vamos então ser o prisioneiro da vez, vamos deixar que a corrupção continue afanando nosso imenso salário mínimo, mas vamos aceitar um governo que nos da um vale cultural e um bolsa família.
Vamos continuar aceitando os tapas no lado esquerdo da face e virar o direito já avermelhado, porque isso é o que somos, brasileiros que não desistem nunca. Não desistem nunca de serem enganados, de serem frustrados, de serem oprimidos e reprimidos, não cansamos muitos de fechar os olhos por medo do escuro e cobrir as orelhas com a coberta achando que isso vai nos proteger do bicho papão. Vamos continuar sendo bons e velhos brasileiros manipulados em massa por migalhas e vamos continuar deixando que isso afete completamente em nossas vidas e ver pais e mães dizer a seus filhos que eles são a culpa do seu fracasso.
Vamos virar a cara e achar que aquilo que durante séculos foi tido como doença hoje possa ser chamada de moda e que falando em moda vemos um terno lindo em uma out let “y” em liquidação por apenas R$800,00 quando muitos mal podem vestir trajes de R$15,00 no bacião do Braz, vamos continuar sendo ignorantes e dizendo ao vizinho da frente que o vizinho da direita tem a casa suja e esquecer de limpar a própria janela.
Vamos alienar as nossas mentes com as grandes novelas de sucessos e os megas seriados enlatados de outros países, vamos aceitar a dominação em algo que foi desenvolvido por meios corporativos torne-se cada vez mais uma nova doença digital do século XXI e para finalizar viva a inclusão digital, tire o seu diploma de informática aprendendo a colocar fotos no Orkut e a passar 16 horas do seu dia no Twitter via celular.
Vamos jogar Farmville e exibir com orgulho aquele seu diploma tecnológico das organizações Tabajaras, vamos brincar de ser o Quem e perguntar para a Barbie se ela precisa de um médico para brincar, vamos aos bailes Funk sem as roupas intimas para não pagar R$2,50 na entrada, vamos prostituir nossas carnes e fingir que conseguimos dormir numa boa com o cheiro de um estranho exalando junto ao seu suor desesperado por atenção e fama.
Vamos ver os testes de DNA na televisão e fingir que aquilo não é deprimente, uma autopromoção social e tecnológica, porque o povo há o povo, ele gosta mesmo é de barraco e vamos para acabar com tudo continuar brincando de ser gente.
Que no próximo estopim você possa apertar a tecla retroceder sobre as suas ações e dizer que a culpa foi do ciclano porque mascou a goma de mascar de forma errada e que o pobre trabalhador que uma vez roubou um pão em desespero para dar ao seu filho de dois anos foi preso por 30 e que aquele político safado realmente um filho da puta está se reelegendo e que com certeza vai ganhar seus votos.
Vamos continuar sendo otários, porque no circo Brasil o palhaço é você!!!
Por Renato Russano
Uma nostálgica noite de desespero.
4 Bilhões de dolares
O que você faria com 4 bilhões de dolares?
Um pouco mais além, o que você faria com 4 bilhões de dolares por ano, se fosse presidente do Brasil?
Pense, pois o Brasil fornece ao exterior o equivalente a 4 bilhões de dolares por ano em ajudas humanitárias, então eu me pergunto, o que é capaz de fazer para o próprio Brasil com 4 bilhões de dolares por ano?
Bom, podemos acabar parcialmente com a fome em praticamente todo o território brasileiro, levando onde é necessário o suporte e não a comida, como por exemplo no nordeste pode-se fazer irrigação ou sistema de recolhimento e escoamento de água tornando tudo um pouco mais produtivo, ou então investir esse valor na saúde, algo realmente agravante para a nação brasileira.
Com certeza 4 Bilhoes de dolares por ano seriam excelentes para a educação, enfim.
Se formos colocar em uma balança o quanto perdemos de dinheiro com corrupção, contas não esclarecidas e ajudas humanitárias para os demais paises vamos notar que tudo isso bem administrador no Brasil seria realmente como morar no paraiso, mas como o controle de massa hoje em dia é feito através de um bolsa familia e um atestado de pobresa em um pais como o Brasil não é de se estranhar o comodismo.
Vivendo e aprendendo.
Depois você é processado por não pagar suas contas e impostos. Quando não coisa pior.
Abraços,
[E-mail] Vergonha brasileira
Cesar Ciélo entrega mais uma
vergonha do governo brasileiro.
Dessa vez não foi pelo fato de ter ganhado alguma prova de natação,
mas pela entrevista corajosa que deu ao jornal ”O ESTADO DE SÃO PAULO”.
Cesar, bastante irritado,
falou da falta de apoio da CBDA,
(Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).
César disse com todas as letras
“que não teve ajuda da confederação e muito menos do governo.
Sua vitória se deve à ajuda de seu pai e de patrocinadores.”
Para tanto estava treinando nos Estados Unidos.
O presidente da confederação (CBDA)
queria que ele voltasse para o Brasil,
e fosse ao palácio do planalto
para fazer o cartaz do presidente.
Coisas que ele rejeitou.
Daí para frente foi ameaçado de ficar
sem o pouco de facilidades que a confederação lhe dava.
“- Minha vitória tem muito pouco a ver com eles”,
disse o nadador quando participou do troféu José Finkel,
nas piscinas do Corinthians.
“Querendo eles ou não, sou campeão olímpico, e isso eles terão que engolir.
Desde que me tornei profissional, em março, paguei tudo:
alimentação, hospedagem, e até meu técnico (o australiano Brett Hawke).”
Cielo ficou assustado, quando lhe perguntaram
se a CBDA havia ajudado em alguma despesa.”
Sua resposta foi essa:
-” Sério que vocês estão me perguntando isso?’
Pensei que vocês estivessem brincando.”
César Cielo contou que além de não receber auxílio da CBDA,
teve problemas com o presidente Lula.
-”Entre outras ameaças, ele ameaçou suspender os pagamentos que eu vinha recebendo dos correios, quando disse a ele que não viria para uma cerimônia no palácio do Planalto.
Ele vivia telefonando para meus pais,
e não os deixava trabalhar sossegados.
Fiquei nervoso
e treinei mal por uns dias. Esse é o governo que temos.”
Pelo que se vê, o dedo do governo está em tudo.
Atletas têm que ir a Brasília para pedir a benção do ’padrinho’
e para fazer propaganda do presidente.
Ainda bem que não vimos medalhistas em Brasília
puxando o saco do desgoverno.
É meu povo, esse é o nosso Brasil Baronil.
Abraços,






