Pausa para o cafézinho – 2:22 da madrugada
Frases importadas do meu perfil do Facebook
Existem momentos na vida em que a compreensão deve ser totalmente deixada de lado e simplesmente devemos nos levar pelo coração…
O ócio acaso de nada ter a fazer, ou melhor, fingir que nada se tem a fazer só para continuar na ociosidade…
Em breve posto mais frases perdidas pelo Facebook/Twitter/Orkut…e por ai vai.
Abraços,
MINERIN A SOLTA POR AÍ…
Recentemente tenho tentado parar com o cigarro, logo o café está incluso na lista de corte…por este motivo parei de fazer as minhas reflexões, haja vista que as fazia somente quando tirava uma pausa para o cafézinho, no entanto, para não ficar sem postar sobre este tema resolvi relembrar com piadas a pausa para o cafézinho, afinal toda grande empresa tem lá o seu ponto de café onde amigos e conhecidos trocam conversas serias ou não durante as pausas…
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MINERIN A SOLTA POR AÍ…
Um mineirinho bom de cama, passando por New York, pega uma
americana e parte para os finalmentes.
Durante a relação, a americana fica louca e começa a gritar:
> – Once more, once more, once more…..(tradução de once
more: ‘mais uma vez
E o mineirinho responde desesperado:
- Beozonte, Beozonte, Beozonte……
NUDEZ MINEIRA
Dois cumpadre de Uberaba tavam bem sossegadim fumando seus
respectivo cigarrim de paia e proseano.
Conversa vai, conversa vem, eis que a certa altura um deles
pergunta pro outro:
- Cumpadre, u quê quiocê acha desse negóço de nudez?
- No que o outro respondeu:
- Acho bão, sô!
O outro ficou assim, pensativo, meditativo…e perguntou de novo:
- Ocê acha bão purcaus diquê, cumpadre?
E o outro:
- Uai! É mió nudês do que nunosso, né mesmo?
SUTILEZA MINEIRA
O cumpadi, há muito tempo de olho na cumadi, aproveitô a
ausência do cumpadi e resolveu fazer uma visitinha para ver se ela não
carecia
de arguma coisa.. Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam
acostumados a ficar a sós.. .falaram sobre o tempo….
- Será qui chove?
- Pois é…..
Ficô um grande silêncio…..
Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o
gelo:
- Cumadi….qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café?
- Ah, cumpadi…cê mi pegô sem pó……
TREM CAIPIRA
Uma mulher estava esperando o trem na estação
ferroviária de Varginha, quando sentiu uma vontade de ir urgentemente
ao banheiro
Foi…. Quando voltou, o trem já tinha partido. Ela começou a chorar.
Nesse momento, chegou um mineiro, compadeceu-se dela e
perguntou:
- Purcaus diquê qui a sinhora tá chorano?
- É que eu fui urinar e o trem partiu….
- Uai, dona! Por caus dissu num precisa chorá não…
tenho certeza bissoluta qui a sinhora já nasceu com esse
trem partido….
CUNVERSA DE MINEIRIM
- Cumpadi, muié é bicho estranho, num é mêsss???
- Num gosta di pescá…..
- Num gosta di futebor…
- Num sabi contá piada…
- Num toma umas pinguinha….
- Óia, cumpadi….si num tivesse xoxota, eu nem
cumprimentava.
MUIÉ MINEIRA
Os dois cumpadres pitavam o cigarrim de paia e prosiavam.
Um deles pergunta:
- Ô cumpadre, cumé que chama mesmo aquela coisa que as
muié tem (faz um sinal com as duas mãos), quentim, cabeludim, que a gente
gosta, é vermeia e que come terra?
- Uai…quentim… vermeia..? A gente gosta? Uái sô, só pode ser xoxota.
- Mas eu num sabia que comia terra, sô!!
O outro dá uma pitada no cigarro:
- Pois come, cumpadre. Só di mim, cumeu treis fazenda.
DIPROMA
O velho fazendeiro do interior de Minas está em sua sala,
proseando com um
amigo, quando um menino passa correndo por ali.
Ele chama:
- Diproma, vai falar para sua avó trazer um cafèzinho aqui pra visita!
E o amigo estranha:
- Mas que nome engraçado tem esse menino!! É seu parente?
- É meu neto! Eu chamo ele assim porque mandei a minha
filha estudar em Belzonte e ela voltou com ele!
MINEIRIM NO RIDIJANEIRO
Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé
discarço, sem camisa,caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.
Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a
tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda
velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.
Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e
grudadim na pele.
Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do ‘amigão’ que
o mineirim tinha.. O bicho ia até pertim do juêio…A turma nunca tinha
visto coisa igual. As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham
olhos pro bicho.
O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo
envergonhado e gritou:
-Qui qui foi, uai? Seus bobãum… vão dizê qui quando oceis pula na agua
fria, o pintim doceis num incói tamém…?
TRAIÇÃO À MINEIRA
O amigo chega pro Carzeduardo e fala:
- Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide.
- Magina!! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô
- Carzeduardo! Toda veiz qui ocê sai pra trabaiá, o
Arcide vai pra sua casa e prega ferro nela.
- Duvido! Ele não teria corage….
- Mais teve! Pode confiri.
Indignado com o que o amigo diz, o Carzeduardo finge que
sai de casa, sesconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta
da porta.Logo vê sua mulher levando o Arcide para dentro do quarto
pra começar a sacanage. Mais tarde, ele encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve.
E então, o Carzeduardo relata cabisbaixo:
- Foi terrive di vê!!!… ele jogou ela na cama, tirou a brusa…. e os
peito caiu….tirou a carcinha…e a barriga e a bunda
dispencaro…… tirou as meia…e apariceu aquelas
varizaiada toda, as perna tudo cabiluda.. E eu dentro do guarda roupa, cas mãos no rosto, pensava: ‘Ai…qui vergonha que tô do Arcide!!!’
O EMPRESÁRIO E O MINEIRIM!
Num certo dia, um empresário viajava pelo interior de
Minas. Ao ver um peão tocando umas vacas, parou para lhe fazer
algumas perguntas:
- Acha que você poderia me passar umas informações?
- Claro, sô!
- As vacas dão muito leite?
- Qual que o senhor quer saber: as maiáda ou as marrom?
- Pode ser as malhadas.
- Dá uns 12 litro por dia!
- E as marrons?
- Tamém uns 12 litro por dia!
O empresário pensou um pouco e logo tornou a perguntar:
- Elas comem o quê?> – Qual? As maiáda ou as marrom?
- Sei lá, pode ser as marrons!
- As marrom come pasto e sal.
- Hum! E as malhadas?
- Tamém come pasto e sal!
O empresário, sem conseguir esconder a irritação:
- Escuta aqui, meu amigo! Por quê toda vez que eu te
pergunto alguma coisa sobre as vacas você me diz se quero saber das
malhadas ou das marrons, sendo que é tudo a mesma resposta?
E o matuto responde:
- É que as maiáda são minha!
- E as marrons?
- Tamém!
INDO PARA A PESCARIA….
Os dois mineiros se encontram no ponto de ônibus em
Cocalinho para uma pescaria.
- Então cumpade, tá animado? pergunta o primeiro.
- Eu tô, home!
- Ô cumpade, pro mode quê tá levano esses dois embornal?
- É que tô levano uma pingazinha, cumpade.
- Pinga, cumpade? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!
- Cumpade, é que pode aparece uma cobra e pica a gente.
Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole que é pra mode num sinti a dô.
- É… e na outra sacola, o que qui tá levano?
- É a cobra, cumpade. Pode num tê lá…
MINEIRIM COMPRANDO PASSAGEM
O mineirin vai a uma estação ferroviária para comprar um bilhete.
- Quero uma passage para o Esbui – solicita ao atendente.
- Não entendi; o senhor pode repetir?
- Quero uma passage para o Esbui!
- Sinto muito, senhor, não temos passagem para o Esbui.
Aborrecido, o caipira se afasta do guichê, se aproxima do
amigo que o estava aguardando e lamenta:
- Olha, Esbui, o homem falou que prá ocê não tem
passagem não!
A PESQUISADORA E O MINEIRIN
Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um sitiozinho
perdido no interior de Minas.
- Essa terra dá mandioca?
- Não, senhora. – responde o roceiro.
- Dá batata?
- Também não, senhora!
- Dá feijão?
- Nunca deu!
- Arroz?
- De jeito nenhum!
- Milho?
- Nem brincando!
- Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada?
- Ah! … Se plantar dá!
É isso ai.
Abraços,
Pausa para o cafézinho: Pornografismo
Pausa para o cafézinho: Pornografismo
(pornografia + -ismo)
Vamos lá, ao ver essa imagem qual a primeira coisa que lhe vem a cabeça?
É isso mesmo, um grande pênis.
Eu falo, sem medo da censura. Sabe por quê?
Porque nascemos do sexo e o sexo é algo que esta no nosso sangue, é instinto. Nós sabemos lidar com o sexo desde pequenos, o que difere isso de uma grande comunidade de orgias e bacanais são as regras e leis da nossa sociedade e a educação dos pais.
Por exemplo: Alguns índices alarmantes mostram que de cada 10 crianças entre 10 e 12 anos, pelo menos 2 praticam o sexo, 3 tem total conhecimento sobre o assunto e 4 já ouviram falar ou tem lá os seus questionamentos, então temos 1 criança apenas que ainda sabe sobre a inocência de ser criança, que por sua vez influenciado pelas maças “podres” do balde torna a cada 10 de 10 crianças entre 10 e 12 anos cientes sobre o sexo.
Conhecimento é poder, e a curiosidade é o gatilho pra tudo dar merda. Uma vez ciente provavelmente este individuo que se diz “não influenciado” passa a ser, pela curiosidade e pelo conhecimento.
É como o velho papo de amiga que perde a virgindade e sai contando para todas as demais amigas, que dói, dói muito, você vai ter uma hemorragia, você vai morrer, vai pro inferno ou pro céu e só vai voltar quando tudo acabar. É assim mesmo, quantas vezes já não ouvi essa história nos ônibus da vida, quando estava a ir ao trabalho por coincidência era horário de saída do turno da manha das escolas da região e os ônibus seguiam lotados de testosterona.
E neste vai e vêm analítico eu prestava obviamente a devida atenção a cada caso, entre outras das experiências da vida e das conversas com amigos e amigas, sobre as suas experiências sexuais.
Mas voltando ao foco do tema, quando olhei para este banner (imagem acima) na hora me veio a pergunta na cabeça, isso foi proposital? Porque se não foi algo premeditado então o engenheiro foi realmente um cara muito sacana, afinal dizer que você esta na próstata de uma avenida é pura mancada.
Zombação pornófila, Fato probatório. Afinal por que o destaque de onde você esta? Refiro-me a este destaque em especial, tamanho, cor, colocação.
Pode ser que a minha mente seja realmente poluída, mas que atire a primeira pedra quem não notou esta semelhança logo de cara ou depois que entendeu a minha referencia “anal-lógica”.
Abraços,
Pausa para o cafézinho – Bom ou ruim?
Certa vez ouvi dizer, o que condiz com felicidade mutua dentro de um relacionamento é o fato de fazermos aquilo que é indiferente para nós, mas que traz uma felicidade incalculável ao outro, mas por que se aquilo que indiferente a você, pode ser tão bom ao outro?
Onde estão os padrões? Qual o sentido disso.
O menino namora a menina, um mês, dois meses, três meses… Ela aguarda ansiosa todas as noites o telefonema dele dizendo boa noite, mas ele nunca liga para desejar tal noite de bons sonhos, no entanto, toda vida, durante o dia ele liga para lhe desejar um bom dia, para ela o bom dia é indiferente, mas para ele o desejar bom dia a ela faz mais sentido do que uma boa noite. Então a garota tem uma amiga, dois meses de namoro e o namorado dela liga todas as noites antes de dormir para lhe desejar boa noite, mas nunca para lhe desejar bom dia.
Um belo dia as amigas se encontram no shopping para fazer compras e conversam a respeito:
Amiga 1: Meu namoro não vai bem, ele nunca me liga de noite para desejar boa noite. E ele sabe o quanto isso é importante para mim.
Amiga 2: O meu liga todas as noites (E não menciona que aquilo é indiferente para ela).
Amiga 1: É realmente as coisas não vão bem, como eu queria a sua vida.
Amiga 2: Indaga a sua superioridade e não menciona todas as partes a que não lhe agradam.
Moral da história:
Quando falamos em padrões de felicidade, em certo e errado, será que estamos dando os devidos valores a cada ponto e olhando imparcialmente para muitos detalhes, como por exemplo, não receber uma ligação à noite antes de dormir desejando bons sonhos, mas receber uma ligação de bom dia, desejando que você tenha um dia espetacular.
Onde entra a razão e o sentido?
Usei a figura feminina para construir esta teoria, pois é mais rotineiro que isso aconteça em grupos de amigas que sempre comparam os seus relacionamentos ou as suas vivências, os homens por instinto natural competem entre si, a minha é melhor, faz isso, isso e aquilo. Afinal o homem desde o principio precisa competir com os demais por território, hoje em dia não temos território a conquistar, mas talvez ter a melhor namorada seja uma forma de impor o seu território.
Onde se encaixam os padrões de felicidade neste caso? O que realmente está certo e o que está errado, só por que alguns argumentos e fatos não atendem as nossas expectativas deixa de ser tão bom quanto julgamos?
Talvez todos devessem parar de nos queixar do que se tem e valorizar o brio de uma pequena ação, talvez não a desejada, mas a merecida ou recebida ou simplesmente aquela que o parceiro (neste caso) pode oferecer.
Hum?!
Abraços,


