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Trágico, porém cômico

 

Eis que lhes apresento hoje um fato que dentro de sua narrativa pode dependendo da perspectiva parecer um conto de fadas ou não, simplesmente uma história de pescador.

Acredite quem desejar.

 

A historia à seguir foi alterada para manter a privacidade das pessoas envolvidas.

 

Poucas horas da tarde de hoje recebo um telefone de uma ilustre e querida pessoa da qual tenho um contato constante, antes de narrar tal sequencia vamos recordar algo não recordado antes.

Moro em SP, tal pessoa também e tal pessoa que chamaremos a seguir de Sofia possui entre seus bens uma chácara no interior.

Sofia tem uma irmã, chamada aqui por nós de Estela. Estela costumava sair com pessoas de indole desconfiável, mesmo que com sabedoria Estela era dona de seu nariz.

Meses depois, o que me remete as poucas horas da tarde de hoje durante uma pausa para o cigarro em meu trabalho meu telefone toca ao som de Inferno do Simphony X…ancioso como sempre para atender o telefone Sofia me liga e me conta uma trágica história cômica.

 

Sua chacara do interiro haveria de ser roubada durante os dias que se sucederam anteriormente ao telefonema, porque estou complicando a leitura e cometendo vários assassinatos gramaticais? Para fazer graça e tirar o foco de tal mensagem para que possa parecer menos “mentirosa” assim por dizer-se-a.

 

A principio não sabiamos o que exatamente havia de ser roubado por tal pessoas de indole duvidosa. Depois no final da tarde praticamente noite houve-se no fundo ecoar o veredicto.

 

Haviam feito a limpa.

 

Mas afinal o que de cômico tem isto? Nada, pode acontecer com qualquer um, assim bem como ir para o trabalho e ser roubado na rua. Nos dias de hoje com tanta falta de escrúpulos “meio” que acostumamos a conviver com tais situações calamitosas tornando-as um conto de fadas e ainda tirando vantagem disso.

 

“Ontem fui assaltado por um cara com uma .40″

“- Menina, sabe que me assaltaram com uma AK-47?”

 

Parece que virou competição, mas a parte cômica da história me remete a uma antiga frase que creio eu em meus neurônios tratar-se-a do Paulo Maluf…

 

Estupra mais não mata…

O que aqui revertermos para Estupra mais não goza na cara…

 

 

Pois bem, um bilhete, é o que me faz vir até um blog morto, abandonado ao relento falar tal tragédia…um simples pedacinho de papel com poucas ou muitas palavras escritas nele.

 

Dizia entre suas linhas as quais ainda não temos ciencia do que se trata por completo o seguinte…

 

“Cara Estela, Estela gostosa…

Além de conhecermos você, de termos intimidade a ponto de lhe chamar de “Peitão”, viemos acabar de foder com a sua humilde residência do campo….”

O restante do bilhete, claramente que não escrito com tais palavras e em tal argumentação, afinal foi apenas um roubo de galinha no interior, apenas mostrava tal sentido narrado tristemente acima.

 

Ainda não o vi, mas tenho curiosidade, não sou nenhum professor de português, muito pelo contrário, poderão encontrar mais erros em minhas frases do que em uma sala de aula da quinta série, no entanto, eu não escrevo “nóis vai”…o que aposto meu tobá nesta mesa que eu encontrei similaridades com tal pronuncia niandertal.

 

 

Enfim, não há muito o que ser dito, apenas que além de te roubar ainda te insultam e fazem graça, culpa de quem?

Nossa mesmo.

 

 

 

Trágico, porém cômico…

 

Minha real vontade neste exato momento é de encontrar tal delinquente e meter o pé no cú dele até virar do avesso pela boca e claramente que após tal ato de brutalidade e violência involuntária deixar-lhe um bilhetinha “esporrado”.

 

“Caro Senhor.

Peço desculpas pela violência atribuita a seu filho.

Tal ato foi dado devido há um pequeno ato falho consumado por tal pessoa, onde a mesma encontra-se em posse dos bens roubados de uma residência minha.

Não peço para que seja feita a justiça, porque mesmo que tarde e não falhe, nada resolverá. Não peço que me devolva nada, alias, nada peço.

Apenas narro nestas palavras a minha indignação, não pelo roubo e sim pelo maldito bilhetinho dos infernos.

 

Atenciosamente,

Violentador da integridade masculina de seu filho.”

 

Tal carta deverá ser endereçada ao progenitor deste pequeno filho duma puta.

Com todo o devido respeito a puta ou não.

 

 

Abraços,

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